quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Boa tarde a todos os leitores do Blog de Quinta...
Gostaria de apresentar aqui, um trabalho do quinto período de Publicidade e Propaganda apresentado à materia de redação públicitária. Na qual deveria ter me esforçado mais, mesmo não sendo o foco profissional que quero seguir.
Pois Bem, a proposta aqui é fazer uma análise auto-crítica sobre o trabalho de vícios de linguagem, com o tema a gota d`agua.

Vamos a leitura...


A gota da água que vicia

Tudo começou quando uma turma de amigos se reuniu em uma noite em que a chuva caia enfurecidamente. Todos conversavam sobre suas historias, já vividas. Até que algo estranho aconteceu, um deles gritou alto, vamo mete que a mãe não ta, e o pior aconteceu, a mãe chegou. E viu o acontecido. Pessoas alcoolizadas, bebendo sem limites.
Já era mais de meia noite, quando lembrei-me que deveria fazer o trabalho de redação sobre vícios de linguagem. Do qual não tinha conhecimento algum. Isso tudo me fez parar para pensar para refletir. O quão irresponsável eu era. Estava ali, bêbado, alcoolizado, possuído pelo álcool. Porém estava feliz, minha noite estava começando, mesmo numa quarta chuvosa sem perspectivas de ter uma manhã sem dor de cabeça.
O Djunn promete e as gatas miam por min, enquanto a chuva cai. Estou aqui, teclando no teclado do computador um texto que possa pelo menos conseguir enganar a minha professora. Ela é uma pessoa muito querida, linda especial e principalmente compreensiva. E entenderá que a gota d água é não aproveitar uma noite como essa para ficar em casa pensando num texto em que eu fosse inventar bobagens apenas para mostrar a minha capacidade de mentir.
Haja vista que eu prefiro dizer a verdade do que ficar pensando como tantos outros colegas que acham que a vida é viver em casa, assistindo o jogo do Brasil com a Colômbia, ou pior ainda, assistindo mutantes na record.
Confesso se a senhora leu essa porcaria viciosa chamada conto, que nada mais é que a minha estória essa noite. Entenderás o quanto difícil é ser sincero, e falar o que se sente, quando largado pela mulher que se ama. Sendo que meus amigos me acolheram nos seus braços, e tiraram-me de minha residência para que está gota d ‘água não fosse viciosa e sim menos um empecilho em minha vida triste. No final de tudo a gota d’agua que não era viciosa depois da uma da manhã passou a ser aguardente. E eis eu aqui, 3 horas da manhã, com uma dor de cabeça exuberantemente grande, relatando o acontecido. Mais que isso, estou sem palavras para me expressar. Fica aqui o meu conto. Que não é de fadas, nem de borboletas, nem de mariposas. É conto sincero de um homem que ama e não é amado. Porém antes um coração bêbado do que um coração apaixonado.
Bom, no momento que estava criando isso vocês já sabem. Depois de uma noite de festas alegrias e tristesas lembrei do mesmo quando cheguei do Djunn ali pelas 4 horas. E mesmo não estando com a minima vontade de estudar e profundamente desiludido com esse semestre que na minha opinião foi o mais fraco de todos. Não queria criar contos, não estava interessado em criar uma historia fantasiosa, queria falar de algo verdadeiro, algo cotidiano, no qual todos nos passamos e sentimos e não temos coragem de falar, e pensando muito bem hoje, nunca escreveria aquilo de novo.. Mas a missão foi interessante, contar meu sentimento aplicando vícios de linguagens como gírias barbarismo, clichês, metaforas entre outras. Confesso que mesmo não seguindo o padrão de conto, a história da noite foi sincera e com muito humor, um pouco de raiva de muitas coisas cotidianas, mas de uma profundidade analitica bem maior que todos pensam quando lêem...
Ficarei feliz que ao final dessa leitura 98% concorde com alguma coisa que escrevi no meu texto.
Apesar de que para eu ele ter um significado muito especial... =}

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