sábado, 8 de novembro de 2008

1000 palavras descreveram minha imagem

Boa noite.
Neste trabalho tínhamos que fazer um folder e um anúncio para revista, sobre um Banco. Escolhemos a situação 3, onde o público alvo era homens e mulheres de 25 a 50 anos. O aprouch era comemoração + evolução tecnológica.

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Imagem: "Um homem casado, por que tem uma aliança no dedo da mão direita, está sentado em uma mesa. Nesta mesma podemos ver um talão de cheque, com algumas folhas do canhoto usadas, que representam cada uma um marco na vida dele: faculdade, primeiro carro, casa, casamento, lua de mel, e outras que ainda não foram usadas (para este parte será utilizado recurso gráfico, para apontar as folhas que foram utilizadas para tal compra e assim por diante). A última coisa paga com o cheque foi um laptop. O homem está de costas para quem vê o anúncio, podemos ver a sua frente o laptop aberto com uma página da internet, ao lado está um porta-retrato com uma foto da esposa grávida,bem bonita por sinal. No site, ele faz a compra de um berço."

Título: Banco do Brasil, há 200 anos acompanhando a evolução das gerações.
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Nesta peça comemoramos o aniversário do Banco do Brasil, junto com a evolução da sociedade, representada pelo nascimento do bebê, e da tecnologia, na transição do talão de cheque para as compras pela internet, onde a forma de pagamento mais usada é cartão de crédito. A modernidade implica numa mudança de comportamento, porém de uma forma mais natural, uma conseqüência da evolução, o que neste caso, as compras pela internet, não podem ser consideradas uma inovação, nos dias de hoje.
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Gostei deste trabalho, pois como disse o Thiago, a escolha das palavras foram muito imporatantes para que o público alvo, neste caso nossos colegas de sala de aula, conseguissem visualisar a imagem da mesma forma como a que eu tinha imaginado. Por isso, 1000 palavras descreveram minha imagem.
Outro ponto positivo deste trabalho, foi a utilização das entrelinhas na imagem para representar a evolução da sociedade e da tecnologia. E que principamente, foi um dos trabalhos em que realmente fizemos a criação da forma como se tem que fazer: brinfing, jogo de idéias até chegarmos ao ideal. Uma dupla de criação realmente é importante para a criação tanto da imagem, quanto dos textos.

Bom final de semana.
Morgana Vanzuita Guimarães

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Ler para escrever

Produção de textos publicitários em formato de revista e folder.
Situação 1
Produto: serviços – Banco do Brasil
Target: homens e mulheres – 30/49 anos – classes A/B
Case: Mudança de comportamento do consumidor
Approach: Inovação tecnologia + resultado de uso

Situação2
Produto: - Banco do Brasil + Besc
Target: homens e mulheres – 20/50 anos – classes A/B
Case: modernização
Approach: comemorativo + modernidade

Este trabalho possibilitou a aplicação e análise de algumas estratégias da escrita na produção dos textos, e seus estudos referentes à estrutura do esquema Aristotélico. Para realização das peças foram necessários muitos materiais de apoio, onde a leitura foi a ferramenta mais importante para uma composição simples e sensata dos textos e também do layout, visto que não fugimos de sua identidade visual causando ruídos ao observador das mesmas.
Será feita uma análise genérica do trabalho, apurando o conteúdo geral sem aprofundamento em cada peça especificamente.
Quanto aos textos: Foram bem escritos cumprindo a proposta do trabalho. As chamadas não possuem caráter de humor ou grande sedução, pois para continuar atingindo o público-alvo, optamos por permanecer em uma mesma linha textual. É possível encontrar bem definida à estrutura do esquema Aristotélico, onde o exórdio chama a atenção do target através do título, e desperta sua curiosidade para prosseguir a leitura. A narração, por sua vez, se encarrega de apresentar todo o conteúdo, e envolver o observador na situação proposta. Já as provas, como o próprio nome diz, ilustram a narração e dão suporte argumentativo para convencer o target sobre a positividade do serviço em questão. E por último, a peroração dá um fechamento ao argumento, captando novamente a atenção do leitor e o persuadindo à ação com um convite final.
As peças possuem unidade (pois tratam de um mesmo assunto do começo ao fim de forma bem organizada), estrutura circular (ao final do texto menciona o assunto principal já dito no exórdio e retoma suas intenções), escolha lexical (de acordo com seu público-alvo para um resultado ainda mais satisfatório), criação de inimigo (criou-se um problema, e através do serviço proposto é possível encontrar uma solução). Esses elementos lingüísticos ajudam na estruturação da escrita e dão suporte aos textos bem elaborados e coesos. Os anúncios de revista foram produzidos principalmente para chamar a atenção do leitor e despertar nele interesse pelos serviços. Já os folderes, de caráter informativo, completam e aprofundam de forma explicativa e clara o assunto citado.
Quanto a parte gráfica: Foram utilizadas, em ambos os trabalhos, cores muito requisitadas na área da comunicação por captarem a atenção do leitor. Também foi mantida a proposta de identidade visual da marca e preservado muitos detalhes de significados das cores em cada uma das situações. Tudo foi escolhido com muito cuidado para uma agradável sensação visual sem deixar nada a desejar no conteúdo.
Essa proposta de trabalho exigiu um pouco mais de tempo, para concretizar desde as pesquisas sobre o assunto que iríamos tratar, até a impressão dos materiais. Portanto, posso avaliar de forma positiva e satisfatória sua realização, que precisou de esforço, mas somou em conhecimento para o intelecto de cada um.
Outros trabalhos foram realizados na disciplina de Redação Publicitária, mas suas propostas eram mais de caráter avaliativo para os textos, este, entretanto, nos permitiu a construção deles, e é óbvio que idéias não brotam do vento. É preciso ler, ter conhecimento sobre cada assunto que tratamos, e infelizmente muitas pessoas, mesmo da área de comunicação, não se esforçam muito no quesito ler e escrever. Ninguém é gênio da lâmpada ou nasce sabendo tudo, mas com a prática tudo se melhora, algumas coisas se copiam, outras se criam, mas enfim, consegue-se sair do lugar da mesmice.
Não importa o que você escreve, se são poemas, sátiras, contos, pequenas redondilhas ou grandes espetáculos, o que vale mesmo é o exercício que nos permite descobrir um pouco do mundo e muito de nós, o que importa é saber que mesmo que não se consiga chegar ao lugar onde se espera, certamente não estamos no mesmo lugar.

Carol Moreira

quinta-feira, 6 de novembro de 2008




BAITA POUPANÇA

Quando se tem dificuldade para elaborar um trabalho, ele fica mais excitante. ainda mais quando esta se falando de POUPANÇA GRANDE.
Com este trabalho as coisas ficaram um pouco mais claras no mundo dos textos publicitários. E para mim, isso mostrou o quanto é importante pensar em cada palavra que se utiliza nos anúncios, sua estrutura, suas intenções e principalmente o target.
Abaixo o trabalho pronto, mas sem a mulher melancia. Essa é a idéia de como a Popançudinha deveria se comportar em um anúncio para o BB.


E para ver mais da POUPANÇA GRANDE do Banco do Brasil http://www.playboy.com.br/.



TEXTO

PARA QUEM GOSTA DE POUPANÇA GRANDE

Com 200 anos Você fica experiente quando se fala em Caderneta de Poupança. São mais de 300 mil contas abertas por anos e cuidar de cada uma delas é o nosso forte. Existem bancos que lhe oferece uma Poupança de encher os olhos e depois de alguns anos ele fica magricela e sem grassa. O seu Banco tem mais de 4.000 agências, 12. 382 postos de atendimento no território nacional e 200 fora do país.
Abra uma Conta Poupança no Banco do Brasil. Segurança, facilidade e principalmente a certeza que Poupança boa é Poupança Grande.


Defesa:

Para trabalhar com o humor, uma das formas que encontrei foi apelar para a POUPANÇA GRANDE, e nada melhor que escolher uma figura que esta no meio de todas as classes para representar o quanto a Poupança do Banco do Brasil pode ser Grande. Andressa Soares, a mulher melancia.




1ª Para quem Gosta de Poupança Grande

2ª A - Com 200 anos Você fica experiente quando se fala em Caderneta de Poupança. São mais de 300 mil contas abertas por anos e cuidar de cada uma delas é o nosso forte.

2ª B - Existem bancos que lhe oferece uma Poupança de encher os olhos e depois de alguns anos ele fica magricela e sem grassa.

3ª - O seu Banco tem mais de 4.000 agências, 12. 382 postos de atendimento no território nacional e 200 fora do país.

4ª- Abra uma Conta Poupança no Banco do Brasil. Segurança, facilidade e principalmente a certeza que Poupança boa é Poupança Grande.


Estrutura Aristotélica:

Exórdio: 1ª
Narração: 2ªA e 2ª B
Provas: 3ª
Peroração: 4ª

O Texto começa como se um pai estivesse dizendo a um filho o que é uma poupança boa. E Que ele tem 200 anos para saber o que é bom ou não ( 2ª A). O briefing pedia, que no texto deveria conter a Comparação e isso fica bem claro na 2ªB.

Nas provas contêm o quanto o Banco do Brasil é grande, e mostra com dados quase que exatos a quantidade de banco que existe dentro e fora do país.

FILIPE PONCHIELLI DOS REIS


quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Boa tarde a todos os leitores do Blog de Quinta...
Gostaria de apresentar aqui, um trabalho do quinto período de Publicidade e Propaganda apresentado à materia de redação públicitária. Na qual deveria ter me esforçado mais, mesmo não sendo o foco profissional que quero seguir.
Pois Bem, a proposta aqui é fazer uma análise auto-crítica sobre o trabalho de vícios de linguagem, com o tema a gota d`agua.

Vamos a leitura...


A gota da água que vicia

Tudo começou quando uma turma de amigos se reuniu em uma noite em que a chuva caia enfurecidamente. Todos conversavam sobre suas historias, já vividas. Até que algo estranho aconteceu, um deles gritou alto, vamo mete que a mãe não ta, e o pior aconteceu, a mãe chegou. E viu o acontecido. Pessoas alcoolizadas, bebendo sem limites.
Já era mais de meia noite, quando lembrei-me que deveria fazer o trabalho de redação sobre vícios de linguagem. Do qual não tinha conhecimento algum. Isso tudo me fez parar para pensar para refletir. O quão irresponsável eu era. Estava ali, bêbado, alcoolizado, possuído pelo álcool. Porém estava feliz, minha noite estava começando, mesmo numa quarta chuvosa sem perspectivas de ter uma manhã sem dor de cabeça.
O Djunn promete e as gatas miam por min, enquanto a chuva cai. Estou aqui, teclando no teclado do computador um texto que possa pelo menos conseguir enganar a minha professora. Ela é uma pessoa muito querida, linda especial e principalmente compreensiva. E entenderá que a gota d água é não aproveitar uma noite como essa para ficar em casa pensando num texto em que eu fosse inventar bobagens apenas para mostrar a minha capacidade de mentir.
Haja vista que eu prefiro dizer a verdade do que ficar pensando como tantos outros colegas que acham que a vida é viver em casa, assistindo o jogo do Brasil com a Colômbia, ou pior ainda, assistindo mutantes na record.
Confesso se a senhora leu essa porcaria viciosa chamada conto, que nada mais é que a minha estória essa noite. Entenderás o quanto difícil é ser sincero, e falar o que se sente, quando largado pela mulher que se ama. Sendo que meus amigos me acolheram nos seus braços, e tiraram-me de minha residência para que está gota d ‘água não fosse viciosa e sim menos um empecilho em minha vida triste. No final de tudo a gota d’agua que não era viciosa depois da uma da manhã passou a ser aguardente. E eis eu aqui, 3 horas da manhã, com uma dor de cabeça exuberantemente grande, relatando o acontecido. Mais que isso, estou sem palavras para me expressar. Fica aqui o meu conto. Que não é de fadas, nem de borboletas, nem de mariposas. É conto sincero de um homem que ama e não é amado. Porém antes um coração bêbado do que um coração apaixonado.
Bom, no momento que estava criando isso vocês já sabem. Depois de uma noite de festas alegrias e tristesas lembrei do mesmo quando cheguei do Djunn ali pelas 4 horas. E mesmo não estando com a minima vontade de estudar e profundamente desiludido com esse semestre que na minha opinião foi o mais fraco de todos. Não queria criar contos, não estava interessado em criar uma historia fantasiosa, queria falar de algo verdadeiro, algo cotidiano, no qual todos nos passamos e sentimos e não temos coragem de falar, e pensando muito bem hoje, nunca escreveria aquilo de novo.. Mas a missão foi interessante, contar meu sentimento aplicando vícios de linguagens como gírias barbarismo, clichês, metaforas entre outras. Confesso que mesmo não seguindo o padrão de conto, a história da noite foi sincera e com muito humor, um pouco de raiva de muitas coisas cotidianas, mas de uma profundidade analitica bem maior que todos pensam quando lêem...
Ficarei feliz que ao final dessa leitura 98% concorde com alguma coisa que escrevi no meu texto.
Apesar de que para eu ele ter um significado muito especial... =}

terça-feira, 4 de novembro de 2008



O texto publicitário não morreu. Oras, a escrita há de perdurar sempre, em quaisquer meios! Na publicidade, ato de “manipular” como muitos a definem, as palavras são fundamentais. A forma mais conhecida e utilizada (não só por publicitários!) de manipulação é a combinação sinuosa das palavras! Não desmereço as belas fotografias, imagens que nos transportam diretamente para o mundo desejado, mas é indiscutível o poder que as palavras têm. O poder que um livro bem escrito têm. As milhares de interpretações de um anúncio ou de uma história. São 26 letras que compões um alfabeto X 1.000.000.000.000.00 imagens na sua cabeça. Então aproveitemos esse recurso. Os anúncios all type podem ter um impacto maior do que uma bela fotografia ou mesmo grafismos digitais. Complementando com uma frase de Eloi Simões: “A imagem deve ser a âncora do texto”. E não o contrário, não é?
Pois bem, um dos recursos oferecidos pela escrita e executados na disciplina foi a tipografia das letras. No exercício sugerido, escolhemos uma palavra e a escreveríamos 50 vezes, usando diversas tipologias. A palavra escolhida por mim foi: música. Eis que realizando o trabalho, me dei conta do tão interessante e viável é este meio quando queremos evidenciar alguma coisa. Como nos exemplos anexados.

É automático remetermos o estilo de música a tipografia utilizada. Respectivamente, eu diria: eletrônica, erudita, bossa-nova, metal e pop.
Ou seja, dependendo do público-alvo do job podemos fomentar o texto, o deixando mais direcionado e porque não, mais interessante.
Foi uma técnica aprendida que com certeza fará um diferencial na apresentação de qualquer trabalho.

Frase pra finalizar:
“Sem a música, a vida seria um erro.”
F.Nietzche

.:Feka:.

Filho da gente não tem defeito.

Criação seja ela a redação ou a parte visual do negócio é como um filho. Pode ser meio feinho e sem graça e olha, a gente SABE quando um filho é feinho e sem graça, mas o ama como se não tivesse defeito algum e fosse o melhor do mundo. Até, porque, é teu filho, portanto, querendo ou não, é uma parte de você que está ali.

Alguns a gente faz com tempo, amor e carinho. Outros, a gente faz rapidinho depois de uma balada ou a caminho da faculdade, mas é filho igual a qualquer outro, uma vez que o “bichinho” leva a tua identidade tanto na sua forma de escrever ou nos seus traços.

Não cabe a mim julgar os trabalhos elaborados para a matéria de Redação Publicitária – Mídia Impressa ou qualquer outro filho já produzido por mim, se o que fiz é bom ou não, cabe ao mundo definir. O segredo é nunca estar 100% satisfeito com o que se está fazendo e pedir muita, não se esqueça, é importante, muita opinião para pessoas e, de preferência para aquelas que não “vão muito com a sua cara”. Por que, você sabe, filho não tem defeitos.

O que quero dizer é que nem tudo é ruim e nem tudo é perfeito, depende, apenas, de quem vai avaliar o seu trabalho. Por exemplo, minha mãe acha todos, repito, todos os meus trabalhos feitos na universidade “Lindos!”, como ela mesma diz; assim como os meus primeiros rabiscos feitos na pré-escola, imagine.

Torno a afirmar, toda a beleza da coisa vai de uma adequação de público, porém, não vá fazer nada “nas coxas”só por que quem vai ver é uma pessoa não instruída sobre o assunto. Então, vamos lá. Crie seus filhos com amor e carinho e mostre-os para pessoas que não te amam, que tudo vai dar certo! \o/


Guilherme Dornbusch Luiz

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Análise do anúncio

esse trabalho foi muito importante para a identificação de todos os segmentos que o texto publicitário deve ter para ser funcional. como o texto deve ligar esses segmentos e utiliza-lo no momento, no lugar e com as palavras certas. afim de explicar o produto e definir o lugar das palavras, compreendendo como se monta um texto no anúncio publicitário, fica mais fácil fazer um esquema que vai ser mais eficaz na hora de veicular e atingir o publico alvo.
ahhh, e para isso não podemos esquecer também do problema do briefing, como foi comentado na aula passada, sem um bom Brienfing fica dificil saber o que a empresa deseja, mas também tem o lado bom, em que com poucas informações, podemos abranger mais a criatividade.

OBS: tive um problema com o meu trabalho da analise, como atualmente estou sem computador em casa não sei onde gravei o dito cujo, mas a "obra" original encontra-se em mãos com a professora. Assim que ela devolver eu prometo que postarei.
escolhi esse trabalho para comentar, pois esse eu achei o mais importante e mais interessante para o desenvolvimento nas criações de textos.
Juliana Santiago

domingo, 2 de novembro de 2008

Publicidade Banco

Dentre os trabalhos realizados nas aulas, notei a necessidade e a adaptação que devemos ter ao criarmos um anúncio. Dos trabalhos que fiz, gostei do que teve como briefing a produção de um anúncio de revista, tendo como anunciante qualquer banco, para a classe A/B com idade entre 20 e 50 anos de ambos os sexos, e ainda teria que ser comemorativo.
A revista que escolhi para anunciar foi a VEJA, aproveitando a edição especial de 40 anos. O anúncio tinha o mesmo layout da capa para chamar a atenção do leitor, mas deixava claro que era do Banco do Brasil. O título era: VEJA 40 anos e o texto era: "Presente em todos os momentos da vida. Comemorando com você cada palavra, vírgula e ponto."
Foi um texto curto, que conseguiu em poucas palavras expressar o que desejava, os parabéns aos 40 anos da revista. Pequei um pouco na arte, pois a logo do Banco do Brasil aparece 2 vezes, sendo que uma só era o necessário.
Achei um trabalho muito interessante, pois coloquei em prática a gramática... hehehe. Todos se empenharam para fazer o melhor, e isso é legal. Estamos numa fase de aprendizado, onde errar é aprender. Bom esse é meu comentário para hoje.

Ass. Tatiane Suttili

Criação de Títulos

O proposta de realizar um trabalho de criação de títulos nos fez exercitar as diferentes formas de criação e também analisar os diferentes títulos encontrados nas publicidades brasileiras. Acredito que a discussão em sala de aula foi melhor ainda, pois expressamos nossas opiniões e idéias.

Briefin: a Trash Records lançou uma coletânea de dez CDs com "o melhor do sertanojo", emabalados em uma miniatura de lata de lixo.

Títulos sem sedução:
- Embalado sob medida pra você.
- O melhor do pior pra você.
- Aproveite o que não se recicla.

Títulos com sedução:
- Olha o que a Fada querida lançou pra você.
- Apenas um fio de cabelo não foi suficiente, agora são dez.
- Pra você que já arrumou a sua roupa, deixou a mala pronta e não quis arrumar outra. Pode ter certeza que depois dessa você nunca mais vai querer outra.



Postado por Tassiane Stelzer

Análise de Anúncios Impressos

Neste trabalho disecamos anúncios impressos. Na minha opinião foi um trabalho muito construtivo, pois, unimos a teoria com a prática. É recompensador saber o quanto você está evoluindo e que realmente está aprendendo algo importante na faculdade, algo que fará a diferença em sua vida profissional.

Muitas vezes na faculdade, ficamos nos perguntando se compensa pagarmos tanto, gastarmos tanto dinheiro em estudos, já que no nosso campo de trabalho existe tantas pessoas sem instrução algumam sem estudos, mas que sua experiência profissional compensa seu diploma. É nestas horas que aparecem professoras dedicados, com ótimas explicações e com conhecimentos que nos deixam de boca aberta, são eles que nos fazem permanecer na universidade e ver que somente com a prática e com a teoria seremos profissionais completos.

É muito bom termos trabalhos como esse, onde notamos e mostramos o quanto aprendemos. O trabalho foi discutido na agência da universidade, onde cada grupo apresentou seus anúncios e discutimos num todo.

Se todo trabalho fosse assim, sem julgar os erros dos grupos, apenas apresentando novas idéias, tudo seria mais construtivo... Realmente me senti numa agência, onde ouvi críticas e elogios, estava no meio do Brainstorm.


Scarlet LG 60

  • Esquema Aristotélico

Exórdio: “Ela é atraente”.

Narração: “A nova Scharlet LG 60 é bonita de frente, de costas, por dentro e por fora. Afinal. Foi projetada para surpreender você em todos os sentidos”.

Prova: “Ela vem com máxima resolução de imagem Full HD, alto-falante invisível, desenvolvido pelo projetista Mark Levinson, e auto-ajuste de imagem, que se adapta à luz do ambiente, reduzindo o consumo de energia. E tudo isso com a menor espessura do mercado. Ou seja, a união perfeita entre beleza e conteúdo”.

Peroração: “Visite a loja mais próxima e conheça a Scarlet LG 60 ou acesse o site www.lge.com.br/scarlet”.

  • A Unidade

A unidade encontra-se no título (“Ela é atraente”), pois o texto está todo voltado para a beleza.

  • Estrutura Circular

A última frase que é “_ Ou seja, a união perfeita entre beleza e conteúdo”, retoma a idéia do exórdio (“Ela é atraente”).

  • A Escolha Lexical

“Resolução de imagem Full HD”

“Auto-falante invisível”

“Auto-ajuste de imagem”

“Bonita de frente, de costas, por dentro e por fora”

“Reduzindo o consumo de energia”

“Beleza e conteúdo”

  • Figuras de Linguagem

Hipérbole: “Foi projetada para surpreender você em todos os sentidos”

  • Função Conativa

Referencial: “A nova Scarlet LG 60”

Conativa ou Imperativa: “Visite a loja mais próxima” e “Acesse o site”.

Metalingüística: “Para obter a máxima qualidade de imagem sem distorção é necessário sinal digital de alta qualidade em formato widescreen. O uso de equipamentos em potência superior a 85 (oitenta e cinco) decibéis pode prejudicar a audição. O modelo 32” é HDTV. Foto ilustrativa. SAC: 4004 5400 para capitais e regiões metropolitanas e 0800 707 5454 para demais localidades”.

  • Estereótipos

Apelo à autoridade: “Desenvolvido pelo projetista Mark Levinson”.

Afirmação e Repetição: “Acesse”, “visite”.

Propagandas e caracteres.

Criei vários trabalhos neste semestre,  mas o trabalho que eu mais gostei, foi o trabalho que usei as letras com enfoque, como fossem nuvens, árvores ou outros objetos. pois não vejo muitas propagandas usando esta técnica, acho que seria algo bem interessante para os publicitários ou designers começarem a utilizar mais, pois acredito que quanto mais diferente a propaganda for, mais interessante ela será e as pessoas terão mais vontade de vê-la, prestando mais atenção, foi uma idéia bacana que fizemos em aula e me chamou bastante atenção, uma coisa que virou " moda ", seria os desenhos com caractes, isto já se tornou comum no orkut ou outros portais na internet.

profiles do orkutUma das maravilhas da internt,tanto no orkut quanto em um forum,sempre alguém cria alguma coisa criativa..
Alguns podem ser até ultizados como uma maneira demonstrar o que você pensa no momento,outros são apenas enfeites tolos para encantar aquela guria que você conversa na net.



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A proposta desse trabalho era analisar o esquema aristotélico, no qual escolhemos um anúncio sobre a Malwee. O trabalho foi realizado em sala de aula e apresentado para discussões, achei que foi uma prosposta interessante pois nos faz prestar mais atenção nos textos publicitários.

O ESQUEMA ARISTOTÉLICO
Análise de Anúncio

Anúncio Malwee

Exórdio: o título “Abrace o planeta”.

Narração: texto abaixo do grafismo. “Abraço da Malwee é gostoso...” até “...fica sempre na boa, como um abraço”.

Provas: no anúncio analisado as provas aparecem como itens ao redor do mundo, representando as ações da Malwee em prol do meio ambiente.

Peroração: por apresentar uma estrutura diferente da aristotélica padrão, o anúncio apresenta a peroração logo após o exórdio. Apresentando a função conativa, a peroração convida o receptor a acessar o site e descobrir a empresa. A peroração também aparece na forma de logomarca da empresa.

Unidade: o texto e os recursos gráficos do anúncio apresentam o mesmo tema, que podemos denominar um “abraço consciente” ou “abraçar a causa do meio ambiente”.

Estrutura Circular: no anúncio da Malwee a estrutura circular é clara, pois o anúncio é baseado no slogan da empresa: “gostosa como um abraço”. O texto começa com um título que faz referência ao abraço, termina sua narração com a palavra abraço e tem seu slogan, compondo a peroração, com a mesma palavra. Ainda temos uma escolha gráfica fazendo referência ao tema.

Escolha Lexical: Além da própria escolha do termo abraço, que faz alusão ao slogan da marca, o texto é cheio de palavras com relação direta à geração sustentável. Termos como: compromisso, respeitar, meio ambiente, gerações, preservação, renovação, entre outras, são típicas do discurso em prol do meio ambiente.

Figuras de Linguagem: O anúncio apresenta polissíndeto (“usa, usa, lava, lava”), metáfora (“abrace o planeta”), hipérbole (“levar roupas para TODO o Brasil”) e repetição (“compromisso, compromisso, compromisso”).

Funções da Linguagem: Conativa (“abrace, acesse, descubra”) e Referencial (“...é gostoso porque representa”).

Estereótipo: A fórmula visual da pessoa abraçando o planeta é um estereótipo de amigo do mundo, também a frase “respeitar as pessoas e o meio ambiente” é um clichê dos anúncios da “publicidade verde”.

Substituição de nomes: não há no anúncio.

Criação de inimigos: não é explícita, mas podemos dizer que os inimigos são as marcas que não se preocupam com o meio ambiente.

Apelo à autoridade: não há no anúncio.

Afirmação e repetição: afirmação nas frases conativas e repetição de palavras como compromisso e abraço.


Renata Vivan.

COMENTÁRIO - RAFAEL ZEN

Jesus, cadê meu briefing? Ao acabar um trabalho de hoje (sobre títulos, mostrado abaixo) deparei-me com um fato curioso: jesus, cadê o briefing? Para a construção de títulos, deu-se o nome da empresa, o produto, uma breve descrição de suas funcionalidades e (puff). Nada mais. Para um estudante desatento de publicidade e propaganda este fato pode parecer inadmissível, mas reflete o mercado publicitário regional (entendo que,m no caso citado, a falta de briefing é proposital, permite maiores devaneios criativos, mas o fato ainda é curioso): o mercado regional não sabe fazer briefing.

Não querendo generalizar, aposto que em grandes agências catarinenses o briefing deve vir mastigadinho, bonito de ver, mas em sua grande maioria as agências locais pecam na hora de passar as informações para o papel. Talvez seja porque a profissão de Atendimento seja ainda nova no mercado local (nova em parâmetros de compreender sua importância, quando o atendimento realmente “nasceu”), talvez seja preguiça ou afobação (ou ainda falta de tempo). O caso é que o mercado precisa de bons briefings.

Para o primeiro briefing do trabalho citado acima, deu-se o seguinte: “a Volkswagen lançou o Gol Lady, uma série limitada dedicada às mulheres. Os principais diferenciais são os espelhos maiores e o conjunto de cores exclusivas, todas muito suaves, e com combinações perfeitas de tonalidades entre acabamento interior e pintura exterior”. Após o briefing, pede-se que façamos três títulos quadradões e três com muita sedução. Três títulos para que? Revista, jornal, outdoor, flyer, folder, busdoor? Ou entende-se que todos estes sejam meras adaptações de um título supremo que reja todas as outras? Cadê o enquadramento da proposta na mídia selecionada (Carratore, mereço um dez depois dessa puxada de saco pro departamento de mídia, né?)? Qual a faixa etária do público-alvo? Devo utilizar Latino como referência musical ou o Rei? Prada ou Azaléia? Praia ou Campo? Quis as demais características do carro?

Mais uma vez, compreendo que a liberdade de escolha deu-se para maior liberdade artística (?), porém é reflexo do que ocorre no mercado local, isso é. Quantas e quantas vezes nós, profissionais da área da comunicação, principalmente dos departamentos de criação, não reclamamos de ter em mãos um job que diga: fazer um anúncio de jornal parecido com o de junho do ano passado, favor se basear naquela peça de 12 de setembro.

No segundo briefing dizia: “a Trash Records lançou um coletânea de dez CD’s com “o melhor do sertanojo”, embalados em uma miniatura de lata de lixo”. Quais os cantores e músicas dos dez CD’s? Qual a percepção que o público tem da Trash Records? Quem é seu público-alvo prioritário? Entre outras.

Abaixo as opções de títulos:

Briefing 1: “A Volkswagen lançou o Gol Lady, uma série limitada dedicada às mulheres. Os principais diferenciais são os espelhos maiores e o conjunto de cores exclusivas, todas muito suaves, e com combinações perfeitas de tonalidades entre acabamento interior e pintura exterior”.

TÍTULOS SEM SEDUÇÃO:

Novo Gol Lady. O carro exclusivo das mulheres.

Gol Lady. Maiores espelhos e de cores exclusivas para vocês, mulheres.

Novo Gol Lady. Um novo conceito em sedução.

Justificativa: títulos desgastados e informativos não agregam nada à publicidade e fazem com que o público-alvo não consiga prender sua atenção na oferta. Expressões como: exclusivo, para você, um novo conceito em, não conseguem captar a atenção do target justamente por serem apenas mais um na multidão.

TÍTULOS COM SEDUÇÃO

Já imaginou Audrey Hepburn parando em frente à Tifanny’s com uma Kombi?

Justificativa: para um anúncio de página única de revista, a utilização de um ícone de feminilidade tão grande quanto Audrey Hepburn no filme Bonequinha de Luxo faz com que o público-alvo identifique-se com o produto e queira ter sua posse. A escolha da atriz também serve para selecionar um público prioritário dentre todas as mulheres dadas como público-alvo, pois entende-se que todas as mulheres com idade e condições financeiras para adquirir o produto anunciado tenham conhecimento do filme, símbolo de classe e elegância. A escolha da comparação como approach funciona muito bem em casos onde o receptor sente-se elogiado ao comprar a marca.

GO LADIES!

Justificativa: mais uma vez o título dá-se para selecionar um público prioritário entre as mulheres, em uma revista onde o anúncio é de página dupla e praticamente all-type (apenas a foto do produto, pequena, centralizada, lembrando o anúncio do novo fusca). Um público com conhecimento suficiente da língua inglesa para entender a ambigüidade da frase GO LADIES (que possui um som muito parecido com GOL LADY). Além de fazer brincadeira com o nome do veículo, dá-se a entender que é um produto destinado apenas ao público feminino, com approach de humor leve e elegante.

Único da categoria que vem com Prada, Gucci, Versace, Galliano e Dior direto de fábrica.

Justificativa: fazendo alusão às compras da mulher moderna e urbana, o título destinado a anúncio de revista duas páginas prende a atenção da mulher consumista, público prioritário de um carro que tem como diferencial espelhos e cores ornadas. Brinca também com lugares comuns entre anunciantes de carro, como “único da categoria” e “direto de fábrica”. O elenco de famosos estilistas de moda dá-se também pelo diferencial do carro, suas cores, que “vestem” o novo Gol.

Briefing 2: “A Trash Records lançou um coletânea de dez CD’s com “o melhor do sertanojo”, embalados em uma miniatura de lata de lixo”.

TÍTULOS SEM SEDUÇÃO:

O melhor do sertanojo em 10 CD’s inéditos!

A melhor coletânea do melhor do sertanojo. E o melhor: feito para você.

É trash até no nome.

Justificativa: pelo desgaste e pelas tentativas de humor frustradas, os títulos acima podem ser considerados sem apelo de sedução. Informações como 10 cd’s e cd’s de sertanojo podem vir apenas no desenvolvimento da narração. Anúncios 1x1=1 tendem a dar errado, pois não são memoráveis.

TÍTULOS COM SEDUÇÃO

Indicado para você que só vai em balada onde tem galinha caipira.

Justificativa: a primeira vista o anúncio pode parecer agressivo e ofensivo, porém o próprio nome da gravadora já indica que ela não se leva a sério, seu público-alvo também não. Relacionar sertanejo com a cultura caipira brasileira e com a galinha caipira (a mulher, no caso), atinge o público masculino freqüentador de festas que tocam este tipo de música.

Todo artista tem um passado negro (e desta vez não é um vídeo na banheira).

Justificativa: mais um anúncio que apela ao humor para atingir seu público-alvo, brinca com o passado trash das celebridades, no caso ironizado, mais precisamente da cantora Xuxa. Faz alusão às músicas de sertanojo que os cd’s contém, o passado negro de muitos artistas que viraram pop após o estouro do sertanejo nas paradas das rádios brasileiras.

Tunaram o Fuscão Preto.

Justificativa: para atingir o público mais jovem, que freqüenta festas trash e compra cd’s, uma modernizada em um dos clássicos do sertanojo, a música “Fuscão Preto”. De approach humorístico, aproxima o produto do universo do consumidor, deixando-o curioso para seguir a leitura do anúncio.

Criação de Títulos

Um dos trabalhos mais legais que fizemos em sala e acho que fomos todos bem, gerou debate sobre alguns títulos que fizemos, mas foi divertido ver o resultado de cada um. O título é sempre uma surpresa, um elemento que nós podemos de cara despertar algum sentimento, alguma vontade, é poder imaginar e sentir que aquela chamada foi pra nós mesmos. Cada aluno deveria fazer títulos quadrados e títulos com uma pitada de sensualidade, e aqui eu vou mostrar o que criamos.

O Briefing era: a Volkswagen lançou o Gol Lady, uma série limitada dedicada às mulheres. Os principais diferenciais são os espelhos maiores e o conjunto de cores exclusivas, todas muito suaves, e com combinações perfeitas de tonalidade entre acabamento interior e pintura exterior.

Título Quadrado: "Gol Lady nova serie limitada feita especialmente para você mulher, não perca tempo."

Um título simples que ao você ler já fica sabendo que o público alvo são as mulheres, mas que não te atrai de certa forma, não chama sua atenção para um acontecimento que você sinta que realmente é feito para você. Então criamos o com sensualidade:

Título Sensual: "Nós já sabemos que o sinal vermelho significa PARE, o que precisávamos era de uma lente maior para confirmar as cores."

Um título divertido e que vamos conseguir imaginar como seria uma lente maior feita especialmente para nós, não deixando para trás aquela brincadeira de que o homem sempre tem que dizer que nos mulheres somos um perigo no volante, sendo assim ai esta o Gol Lady , vamos dar o troco para quem sempre fez piadas de mulheres e mostrar que sempre fomos muito inteligentes.

O trabalho ficou ótimo, acho que tivemos uma boa criação lembrando o caso de homem e mulher no volante, sempre somos o alvo perfeito para eles e enfim podemos nos defender. Poderíamos melhorar claro, nunca é demais pensar em mais conceitos e tentar transformar o título em um mundo cor-de-rosa, mais delicado. Aqui queríamos mesmo vir para realidade e mostrar que agora é a vez das mulheres e eu acredito que o título de sedução ficou muito bom. Então ai esta um pouco do trabalho que fizemos e que deu um resultado surpreendente.

Andréa.

TÉCNICAS DE PRODUÇÃO ESCRITA – APLICAÇÃO DE ALGUNS CONCEITOS

A tarefa era aplicar o maior número possível de técnicas de produção escrita, com base no material selecionado sobre BANCOS e produzir dois textos para cada situação: um para revista e outro para folder. Caso houvesse ilustração, era pra descrever como seria a mesma. Após a produção das peças a defesa.

Situações escolhidas pela minha dupla, Carolina Moreira:

Situação 1
Produto: serviços – Banco do Brasil
Target: homens e mulheres – 30/49 anos – classes A/B
Case: Mudança de comportamento do consumidor
Aproach: Inovação tecnologia + resultado de uso

Situação2
Produto: - Banco do Brasil + Besc
Target: homens e mulheres – 20/50 anos – classes A/B
Case: modernização
Aproach: comemorativo + modernidade

O trabalho foi cumprido como o pedido. Mas eu e minha parceira de trabalho, Carol, resolvemos ir além do proposto pela professora Isaurinha. Superamos as expectativas dela e dos nossos colegas. Ao invés de só descrever as imagens, como era pedido, nos montamos um layout e o mesmo foi impresso.
O trabalho ficou tão bom que a professora solicitou que as outras duplas da sala fizessem o mesmo. Sendo o nosso trabalho um modelo a ser seguido. Os outros grupos tiveram que refazer o trabalho.
Ao decorrer do trabalho todo o layout foi completamente defendido, citando tudo nos mínimos detalhe o que já havíamos aprendido até o momento na matéria sobre técnicas de produção escrita. O trabalho também faz citações de outros autores que nos ajudam a entender a escolha dos elementos que formam o layout e também a defendê-lo. Outro elemento que chama atenção no nosso trabalho é o desenvolvimento, com objetivo, bibliografia entre outros, detalhes que diferenciam um trabalho bom de um trabalho excelente.
Na apresentação oral do trabalho explicamos de forma mais simples, mais ou mesmo tempo completa, tudo o que está justificado no trabalho impresso. Tirando duvidas de colegas e explicando a nossa escolha pelos elementos que compunham o folder.
Sendo assim creio que o nosso trabalho ficou ótimo, sendo merecedor elogios e um exemplo a ser seguido, pois sempre podemos ir além das expectativas e surpreender.
E é claro q eu ia rasgar seda para o meu trabalho, né ?
Laicristofolini

sábado, 1 de novembro de 2008

Criação de Títulos

Muitas vezes temos a difícil tarefa de produzirmos trabalhos em cima de trabalhos para apresentarmos aos colegas em sala de aula, o que acontece é que os dias passam e acabamos substituindo os mesmos, por conteúdos novos onde acabamos engavetando o antigo.
Um certo dia nos foi feita a proposta de criação de títulos, com dois briefings tivemos que criar três títulos quadrados e três títulos com sedução. Confesso que inicialmente achei um tanto simples e chato, além do que o briefing também não estava um tanto completo.
Mais me chamou muito a atenção o envolvimento com a turma na hora das apresentações, modéstia a parte, foi a aula mais dinâmica e engraçada que tivemos até hoje. Todos usaram e abusaram de sua imaginação criando títulos um tanto engraçados. Isso me surpreendeu pois inicialmente imaginava uma aula normal onde cada um descreveria o seu perante a turma e não haveria debates.
Como sabemos, o título é uma designação atribuída a um indivíduo em razão das suas qualificações, ou seja, ele mexe com o sentimento das pessoas e causa empacto ao leitor, pois além de ser breve ele brinca com sua imaginação. Um bom título vende muitos produtos, principalmente se este ficar marcado na memória.

O primeiro Briefing proposto foi o seguinte: A Volkswagen lançou o Gol Lady, uma série limitada dedicada às mulheres. Os principais diferenciais são os espelhos maiores e o conjunto de cores exclusivas, todas muito suaves, e com combinações perfeitas de tonalidade entre acabamento interior e pintura exterior.

Título sem sedução: Novo Gol Lady, agora personalizado conforme o seu estilo.

É um título simples e direto, o objetivo é mostrar que a essa nova séria foi feita especialmente para nós mulheres,sendo personalizado conforme o estilo de cada uma. A diversidade de cores exclusivas e suas inovações diferenciam o produto dos demais.
Isso faz com que as mulheres se sintam homenageadas, pois normalmente os carros são padronizados e as propagandas são direcionadas para os homens.

Título com sedução: Com espelhos maiores você passará a enxergar e a fazer gols, nada mais de acertar a trave alheia

Neste título dei uma atenção maior a diferença no tamanho dos espelhos, normalmente as mulheres são motivo de piadas feita por homens, pelo modo de como dirigem. Quis brincar com o futebol já que é um simbolo masculino e utilizar a palavra gol que remete ao nome do carro.
Com espelhos maiores vai ser bem mais fácil manobrar e dirigir o novo carro, o gol foi apenas pra chamar atenção deles de que agora chegou à vez das mulheres.

O segundo briefing proposto foi o seguinte: A Trash Records lançou uma coletânea e dez CDs com o melhor do sertanojo, embalados em uma miniatura de lata de lixo.
(Confesso que foi um tanto difícil para a criação do título sensual, pois você pode aderir a dois conceitos, um mais sério pra venda do produto e o outro para brincar já que o nome propriamente dito, já foi direcionado para a brincadeira. Quase todos em sala utilizaram o conceito da brincadeira, tornando a aula mais engraçada).

Título sem sedução: A Trash Records lança o melhor do sertanojo, são 10 CD's que irão agitar a sua noite.

Um pouco sem sátira, pois existem pessoas que adoram esse estilo de música e adoram sair para escutá-la. Por ser um título quadrado, não quis o diferenciar muito dos demais, quis que fosse simples e claro, vendendo o produto desejado passando todas as informações necessárias.

Título com sedução: Não é Trash apenas no nome.

A intenção foi de relacionar o nome Trash com o estilo musical.



Postado por Sabrina Steckert.

Criação de títulos:




Tinha que criar um titulo com sedução para o seguinte briefing:
A Trash Records lançou uma coletânea de dez CDs com o ‘melhor do sertanojo’, embalados em uma miniatura de lata de lixo.

A minha criação foi a seguinte:

VOCÊ VAI SE SENTIR UM PINTO.

Inspirado no dito popular, você vai se sentir feliz igual a um pinto no lixo, que faz referência à alegria de um pintinho quando está no lixo onde ele encontra tudo que quer, a frase foi criada, para mostrar que as pessoas ficariam felizes ao comprarem o CD, e pela embalagem ser uma lata de lixo o ‘pinto’ foi usado. Penso que a ‘missão’ foi cumprida e ficou muito legal :D.
Maicon

sábado, 13 de setembro de 2008

O Manifesto do marketing 2.0



Por Emílio Cerri (Postado no ComGurus)

Introdução


As regras do jogo mudaram. As campanhas de marketing já não estão nas mãos das grandes empresas, nem das agências, nem dos meios de comunicação. Agora somos nós, shoppers e consumidores, que decidimos a publicidade que queremos receber e o que queremos comprar. As empresas deverão adaptar-se a este novo mercado ou escutarão os nossos protestos. Agora os meios são nossos também, não só seus.


As Teses do Manifesto


1. Você não me mentirá, não me enganará. Não à publicidade enganosa!
2. Sou eu que consumo seu produto e portanto quem mais entende dele. Peça a minha opinião!
3. Você sempre pedirá permissão antes de colher meus dados.
4. Você sempre pedirá permissão antes de enviar-me qualquer informação, especialmente ao meu celular. Adeus ao spam e à publicidade não desejada e intrusiva.
5. Gosto de diversão. Portanto, divirta-me!
6. O humor é o sexo do cérebro. Faça-me rir!
7. Surpreenda-me!
8. Não às letras minúsculas e aos rótulos que não conseguimos ler.
9. Não briguem entre vocês. Prefiro suas alianças do que as suas rinhas.
10. Não tente ser o que você não é.
11. Se você quer que eu compre algo, tenho que enteder o que é. Por que você não fala no meu idioma?
12. Sei decidir por mim mesmo, obrigado. Não preciso que você me diga o que está na moda e o que tenho que gostar.
13. O sexo vende, mas você não precisa colocá-lo em todas as suas campanhas.
14. Eu decido o que é viral e a quem quero enviar.
15. Não me interrompa quando estou me divertindo para tentar me vender alguma coisa.
16. Não interrompa o meu programa favorito para tentar me vender alguma coisa.
17. Quando visito um site, vou ali pelo seu conteúdo, não por seus banners.
18. Não esconda com banners e popups o que quero ler!
19. Faz tempo que descobri que o mais caro não é necessariamente o melhor.
20. Sempre confiarei mais no que for dito por alguém de verdade do que uma celebridade que nunca encontrei pessoalmente.
21. Quanto chamo você pelo telefone, quero que me resolva um problema, não falar com três operadoras diferentes.
22. Gosto que me chamem pelo meu nome.
23. Nunca se esqueça que ao entrar em sua loja um ser hunano não é apenas olhos e ouvidos.
24. Quanto entro em sua loja, espero que você me trate como se fosse um convidado à sua casa.


Este é um manifesto público que qualquer pessoa, agência, meio ou empresa pode utilizar para melhorar a forma como se relaciona com seus públicos. O Marketing 2.0 pretende ser uma adaptação da filosofía da web 2.0 ao mundo do marketing. Como tal, deve estar centrada no consumidor e deve existir sempre alguma interação entre a campanha e o público que a recebe.

Postado por Tassiane Stelzer.

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Propaganda

Neste mundo capitalista onde vivemos a produção é voltada para o lucro, para o desejo do consumidor. Quanto maior a procura, maior a produção, e conseqüentemente maior o lucro. A propaganda é a estratégia para fazer as pessoas consumirem. Criam-se modelos, padrões de beleza diferentes, gostos, prazeres, que fazem com que as pessoas almejem o que lhes é apresentado. Os propagandistas sabem que todos buscam a felicidade, a harmonia, o bem estar, e a boa satisfação de podermos consumir algo que esta no “auge”, sabe também, que a realidade não é tão tranqüila quanto gostaríamos que fosse. A partir da realidade e da vontade, criam uma imagem daquilo que almejamos, agregando a um produto. De alguma forma a propaganda nos promete muitas coisas, como exemplo, “compre isto e leve aquilo”, despertando assim o desejo de compra pelo consumidor. Muitas vezes acabamos comprando o produto por aquilo que ele promete, apreciamos mais a embalagem em si, do que o próprio produto, como as cores que nos chamam muito mais atenção, e nem sempre digamos que seja tão bom assim, na verdade compramos a ilusão. Sem percebemos, somos o alvo da publicidade de muitos produtos, podemos dizer que somos também, os outdoors de muitas marcas por ai, carregando em nossas estampas, marcas que temos o privilegio de vesti-las, pois nos passa um poder tributário. Assim despertamos a vontade para que outros consumidores tenham a necessidade de consumi-las. É bom se sentir na moda, mesmo quando perdemos nossa própria identidade, apenas para mostramos as outras pessoas, que também temos um poder para adquirir produtos daquela categoria. Propaganda existe por toda parte, porém somente as boas idéias valem grandes fortunas, mas para isso, é necessário um bom entendimento e conhecimento destas variedades que abrangem o mundo da mídia, realizando atualizações periodicamente para saber o que mais se destaca no momento.


Renata Vivan

Veja-me na Veja

Bom, meu texto será inspirado em um e-mail que eu recebi de uma ex-professora, mas achei interessante, pois às vezes achamos que não tem mais algo inovador para criarmos, e que tudo já foi feito... Engano nosso, temos muito o que fazer ainda.

Para comemorar seus 40 anos, a revista Veja criou uma edição especial, contendo em suas páginas resumos e retrospectivas de sua jornada. Mas além de seu conteúdo ela inovou criando uma ação publicitária, onde envolveu seus assinantes, colocando o nome de cada assinante na capa, como um anúncio personalizado.
Aproveitando o embalo, o Banco Itaú, em ação criada pela África, está presente na primeira e última página com o nome do assinante na própria peça, como na imagem ao lado.
Não só o Itaú aproveitou a oportunidade, mas a operadora Claro fazendo um texto com um título que relaciona os 40 anos da revista.
É, a criatividade inova a cada dia, buscando o inusitado e se superando em um mundo cheio de informações, onde o que se destaca é o diferente e o atraente.

Tati

"Nada se cria, tudo se copia" (Chacrinha)

______Incrível pensar que em 2008 ou melhor a muito tempo as pessoas pararam de criar e passaram a copiar. É estranho porque tempo atrás alguém já dizia isso, e hoje está cada vez mais perceptível.
______Se ligarmos na Rede Globo aos sábado às 14h podemos assistir o quadro "Lar, Doce Lar", apresentado pelo Luciano Hulk. No domingo, por mera coincidência ou cópia: "Construindo um Sonho" com o Gugu Liberato. Ambos vão às casas de pessoas que precisam de uma reforma geral e mudam completamente a cara da casa, doando também eletrodomésticos e móveis às famílias.

______Engraçado que no design continua essa onda imensa de falta de criatividade. Se olharmos três modelos de carros o Honda Fit, o novíssimo Nissan Tiida e o pai de todos, Mercedes Classe A você nota uma semelhança tremenda nos traços usados para compor o carro.

Enfim o ponto que eu gostaria de chegar: ELEIÇÕES 2008. Temos três pontos a serem analisados.

______O primeiro, e coincidêntemente o estopim para toda essa falta de criatividade de forma involuntária, o pop star Barack Obama. Candidato a presidente dos Estados Unidos lançou em sua candidatura atual o clipe "We Are The Ones Song" com a música de mesmo nome, escrito e dirigido por nada mais, nada menos que Will.I.Am, vocalista do adormecido grupo Black Eyed Peas. O clipe possui traços publicitários com takes curtíssimos e closes típicos de Vts testemunhais: o famosíssimo american close (sem testa, sem pescoço enquadrado). Podemos dizer que é um clipe totalmente subliminar pois o vocal da trilha cantando "Obama! Obama! Obama!" no fundo não foi feito de graça, até eu que costumo não prestar muita atenção na trilha e mais em técnicas visuais, fiquei com a maldita "musiquinha" na cabeça por semanas.

______O segundo... A cópia... Diz respeito a campanha política da candidata Micarla da cidade de Natal, Rio Grande do Norte. Ela iniciou sua campanha política com o clip: "Natal pode mais." coincidentemente usando os mesmo traços da campanha do Barack Obama. Takes curtos, textura de imagem em PB, mudou um pouco no sentido dos closes serem mais abertos. Os closes da campanha de Micarla mostra da altura dos ombros até acima da linha facial por conta da trilha sonora que é menos agressiva e subliminar que a de Barack Obama, por isso foi usado este enquadramento para dar mais movimento a algo que não possui tanto movimento.

______E por ultimo mas não menos criticado por diversos sites que analisam vídeos publicitários, e blogs de comédia, o clipe do candidato a prefeito de Itajaí, VOLNEI. O clipe conta com diversos acadêmicos da UNIVALI, inclusive uma acadêmica do curso de Jornalismo. Este que conta com um mix dos dois clipes demonstrados acima, american close e closes acima da linha do ombro. Este possui linguagem subliminar idêntica a do clipe do Barack Obama e elementos textuais similares a do clipe "Natal pode mais."

______Não preciso dizer que se abrir o YouTube iremos encontrar dezenas de clips idênticos ao do Barack Obama. Ai me pergunto... Está faltando profissionais capacitados a criar coisas novas ou estes profissionais capacitados estão deixando se levar pela “modinha”? Acho engraçado, estar aparecendo tantos clipes iguais ao do Barack Obama, será que está funcionando? Mesmo sendo cópia? Nessa onda de copiar tudo e deixar o criativo de lado, nos resta saber de quem Will.I.Am copiou.



--- CONFIRA ---

OS CLIPES E FOTOS:
Quadro “Lar Doce Lar - CLIQUE AQUI
Quadro “Construindo um Sonho” - CLIQUE AQUI

Imagem dos carros.
FIT X TIIDA X CLASSE A

Clipe Barack Obama: - CLIQUE AQUI
Clipe Micarla - CLIQUE AQUI
Clipe Volnei - CLIQUE AQUI


Aguardo comentários... ;)

Postado por GUILHERME DORNBUSCH LUIZ.

Brainstorm de Praiana

Minha contribuição para este blog não será uma tese, tampouco algo que com possua alguma aplicação técnica de publicidade. Apenas um relato próprio que gostaria de dividir com meus caros colegas e amigos que aqui param alguns minutos por dia.

Pois bem, vamos direto ao assunto, acordar cedo não é tarefa fácil para ninguém eu presumo, mas um tanto necessário para nós estudantes. Nada de novo até aí, o que me chamou a atenção durante vários dias e foi motivo de muitas análises é o momento do dia em que estou mais apto a ter boas idéias, e falando em outras palavras "funciono melhor". Para a maioria das pessoas que conversei, o momento em que acham seu desempenho cerebral melhor acontece durante a noite, alguns a tarde, no entanto, pouquíssimas pessoas se dizem da sua melhor fase do dia a matinal. Bem, foram dias e mais dias analisando em que parte do dia eu me considero mais produtivo. Acordar nunca foi um problema tão difícil para min. Desde pequeno durmindo cedo e acordando cedo. Se tornou rotina durante toda minha vida. A tarde sempre havia algo para fazer, futebol, trabalhos nem que seja uma "banda pelo centro", e a noite sim, não era tão produtivo, sabe como é né, cidade pequena, nada para fazer, pessoal indo pra frente da televisão e acabou-se o dia...

Mas mesmo assim, não se pode chegar a uma conclusão só pela minha rotina, mas como ia chegar a uma conclusão. Se cada um tem um momento e uma história de vida diferente? Foi quando um dia do nada sentado no ônibus, silencioso pela manhã exceto por algumas meninas falando de festa que foram a noite, comecei a minha fuga da realidade, e comecei a entender aquele momento como um momento muito empolgante, seja pelas idéias que tenho, pelas "viajens" que faço, é o momento que por não ter nada para fazer, consigo "arrumar as idéias", seja com os trabalhos que tenho que fazer, seja pelas análises do meu cotidiano que faço durante uns 15 à 25 minutos desse trajeto. Parei e pensei, deve ser loucura, mas é a real, meu melhor brainstorm do dia se dá durante o trajeto casa faculdade, faculdade casa. Pode ser meio doido, mas dele já surgiram ótimas idéias, tanto para trabalhos escolares, quanto para que as coisas saiam do jeito que gostaria durante aquele dia. Maluco não? e você já parou pra pensar quando ocorre o seu melhor brainstorm? Em que fase do dia rende mais? Deixo aqui minha contribuição e gostaria de ler alguns comentários dizendo que também funcionam melhor pela manhã, por que até então são poucos como eu que adoram essa fase do dia. Abraços a todos que leram até aqui...

Pietro Pozzebon (Galo de Quinta)

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Tá cansado de sofrer?


Gostaria de saber se você também sente uma dor no coração quando ver uma idéia como esta sendo jogada no lixo?

Essa peça tem uma sacada fantástica! Faz ligação muito rápida e direta com a realidade de quem realmente está precisando de um sofá novo e confortável. Noooooosssaaaa, quando vi esse sofá na hora me veio na cabeça os primeiros meses de namoro em que era insuportável ficar sentado por mais de 30 minutos no safá lá de casa. Meu Deus, o que é aquilo? Tem uma pau atravessando o meio do sofá que depois de um certo tempo parece que realmente tem algo te espetando. (Apesar de tudo, ele ainda continua lá e nosso namoro ainda sobrevive. Já fez 2 anos).
Meu tio está reformando a casa, ainda não comprou os móveis, mas foi no chão do carro dele que encontrei esta revistinha. Já estava até que um pouco pisoteada, mas resgatei-a porque gosto da bendita publicidade e tudo que aparece na minha frente custumo analisar.


Após ver o panfleto acima, eu ri sozinha na rua. Quando eu recebi, pensei: "Mais uma pra minha caxinha do 'O QUE NÃO FAZER', hehehehe". Mais na frente, o mesmo menino entregou para uma moça, vestida com roupas de esporte, característica típica do público alvo deste anunciante, enfim, ela pegou o panfleto na mão, olhou e sem dó nem piedade amaçou-o.




Já com esse, comecei a ficar preocupada. Imagine só que tipo de profissionais esta empresa formará. Um dos cursos em promoção é o designer, imagina só que tipos de profissionais serão formados se foi separado da forma como foi separado a palavra APROVEITE.


Num mundo onde acesso a informação está extremamente fácil, qualquer pessoa pode baixar da internet um programa de edição de imagens ou aprender em qualquer lugar, treinar, podendo até dominar a ferramenta, mas nada disso adianta, se não souber porque foi utilizado uma fonte sem serifa, porque Utilizou-se o verder ou então porque não deveria ter sido utilizado tantos pontos de exclamação. Para fazer publicidade é preciso juntar a idéia ao melhor modo de se expor esta idéia. Não basta saber fazer, tem que saber porque se está fazendo.
Enfim, me sinto um pouco mais leve de poder colocar para fora minha indignação com o que está sendo feito no mercado hoje, sendo que a cada ano pelo menos 5 pessoas se forma em publicidade e propaganda. Aonde eles estão que não ajudam a evoluir e profissionalizar o mercado?

Morgana Vanzuita Guimarães

a nossa loucura saudável...

Por Tassiane Stelzer.



Esses dias tava pensando sobre a profissão que escolhi, que aliás escolhi desde o primeiro ano do segundo grau quando vi um professor do curso de PP da minha cidade, chamado
Larry Wisniewsky, fazendo um discurso SENSACIONAL numa formatura ( se alguém quiser ver um deles, pode acessar http://br.youtube.com/watch?v=3oal-E2RF7Q , digo a vocês que vale muito a pena assistir esses 8 minutos de vídeo). Desde lá fiquei pensando, procurando informações sobre a profissão, o curso e sinceramente me apaixonei. Fui visitar algumas agências em Porto Alegre, e todos os caras que lá trabalhavam me diziam "mas o que tu quer com isso guria? escolhe outra profissão". Mas a teimosa aqui, decidiu arriscar.
Desde o primeiro dia na faculdade, vi que era realmente o que eu queria. E hoje no quinto período, mais do que nunca. Mas sabe, fico pensando sobre esse tão falado mercado de trabalho. Com o perdão da palavra, como é foda arrumar um estágio/emprego nessa área. A gente manda currículo, e os caras só pedem gente com experiência, dá vontade de dizer "po cara, to na faculdade ainda, to correndo atrás, quero aprender, mas pra ter experiência preciso que alguém me de uma oportunidade né?". E também tem o outro lado, competimos com pessoas que nem formadas são, que apenas por saber usar alguns programinhas de computador, e falar bonito podem ocupar o nosso lugar no mercado. Acho que deveriamos lutar contra isso sabe, correr atrás para que quem não seja formado não possa atuar na nossa área, acho injusto.
Estudamos tanto, batalhamos, corremos atrás de tanta coisa e as vezes me dá até medo do que vem pela frente.
Como na aula de hoje, sonhamos em ter nossa agência, sonhamos em mudar o mundo publicitário... AH! se fosse tão fácil assim... mas nós como comunicadores temos esse dever.


"...eu duvido, que pais, mães, avós não tenham ouvido que era uma loucura total gastar dinheiro, investir no futuro do seu filho para fazer comunicação social. De fato é uma loucura, é uma loucura por que acreditar naquilo que ninguém acredita é a única loucura saudável que nos segura nesse mundo..." -
Larry Wisniewsky