Os valores da propaganda vendem o padrão, seja de beleza, tradicionalismo, status, moda, entre tantos. Minha mãe me acha linda, se você não acha, aí já é problema da sua semiótica. Os nossos “axismos” muito têm a ver com nossa cultura, nossa vivência, com aquilo que guardamos na nossa “caixinha preta”, por isso, tudo é uma questão de ponto de vista. Ok, esse é um pensamento relativista, já escrevi, não precisa deduzir.
Por essas múltiplas verdades, por tantos pontos que divergem de pessoa para pessoa, que o trabalho publicitário deve sair do quadradinho e fazer da sua persuasão seu maior aliado. É mais ou menos assim, pressupondo que você já conheça a história da formiga e da cigarra, podemos definir então: Formiga-Marketing, Cigarra-Propaganda, e elas caminham juntas, em uma relação de simbiose. A formiga provendo alimento para todo inverno, o marketing estudando arduamente para entender e atender as necessidades e desejos do seu target. A cigarra canta, estimulando o trabalho da formiga. Então, a propaganda é o canto do marketing, é aquela que expande com a comunicação os interesses que irão influenciar a sociedade, gerando esses padrões.
É uma questão de escolha, fazer uma propagandazinha para deixar ao entendimento do cliente, aquelazinha que fala o que todos falam, que mostra imagens que todos usam, aquela que fala fala e não fala nada. Ou ter uma “eureka”, fazer AQUELA propaganda com o conceito que tava ali, na cara de todo mundo, mas ninguém via, comunicar o óbvio de forma inusitada. Aí então, meu amigo, o relativismo vai ao chão, e a sua propaganda aos céus, porque terá a unanimidade de excelência do seu público. Você pode até ser adepto à divergentes correntes, mas deve fazer o possível para que a sua propaganda seja tão boa, que gere um conceito padrão positivo do seu posicionamento. Quer ser adepto à teorias relativistas? Whatever. Só por favor, seja um realista ao construir suas peças, passe ao público ao menos algo parecido com uma verdade absoluta, se contente no mínimo em ser o Top of Mind.
Por essas múltiplas verdades, por tantos pontos que divergem de pessoa para pessoa, que o trabalho publicitário deve sair do quadradinho e fazer da sua persuasão seu maior aliado. É mais ou menos assim, pressupondo que você já conheça a história da formiga e da cigarra, podemos definir então: Formiga-Marketing, Cigarra-Propaganda, e elas caminham juntas, em uma relação de simbiose. A formiga provendo alimento para todo inverno, o marketing estudando arduamente para entender e atender as necessidades e desejos do seu target. A cigarra canta, estimulando o trabalho da formiga. Então, a propaganda é o canto do marketing, é aquela que expande com a comunicação os interesses que irão influenciar a sociedade, gerando esses padrões.
É uma questão de escolha, fazer uma propagandazinha para deixar ao entendimento do cliente, aquelazinha que fala o que todos falam, que mostra imagens que todos usam, aquela que fala fala e não fala nada. Ou ter uma “eureka”, fazer AQUELA propaganda com o conceito que tava ali, na cara de todo mundo, mas ninguém via, comunicar o óbvio de forma inusitada. Aí então, meu amigo, o relativismo vai ao chão, e a sua propaganda aos céus, porque terá a unanimidade de excelência do seu público. Você pode até ser adepto à divergentes correntes, mas deve fazer o possível para que a sua propaganda seja tão boa, que gere um conceito padrão positivo do seu posicionamento. Quer ser adepto à teorias relativistas? Whatever. Só por favor, seja um realista ao construir suas peças, passe ao público ao menos algo parecido com uma verdade absoluta, se contente no mínimo em ser o Top of Mind.
Carol Moreira
2 comentários:
Nossa! muito bom mesmo. Parabéns pra colega! Adorei...
Gostei muito da metáfora/fábula! E também achei muito "chique" a referência aos realistas e relativistas. Troque o "achismo" e tire a crase de "a" divergentes correntes (rimou, né?). Nem todo mundo pode ser top of mind, mas dá para tentar ser top of heart também...
Abraço.
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